Quando iniciamos nossa vida dentro dos investimentos, acabamos nos deparando com diversas siglas e dificulta o aprendizado quando não sabemos exatamente o que significa e o quão importante elas são.

Por isso, preparamos para vocês uma lista com 7 dessas siglas, explicando de formas simples e objetiva tudo aquilo que você precisa saber para começar.

1 – SELIC

É a taxa básica de juros do Brasil, utilizada no mercado interbancário para financiamento de operações com duração diária, lastreadas em títulos públicos federais.

Você irá se deparar com ela em investimentos do Tesouro Direto, como o Tesouro SELIC, onde a rentabilidade é o valor da SELIC adicionada a uma pequena taxa.

2 – IPCA

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), medido mensalmente pelo IBGE, foi criado com o objetivo de oferecer a variação dos preços no comércio para o público final. O IPCA é considerado o índice oficial de inflação do país.

Você irá se deparar com ela em investimentos como Tesouro IPCA+ e CDB, normalmente adicionadas de uma taxa pré-fixada.

3 – CDI

O CDI, sigla para Certificado de Depósito Interbancário, é um título emitido pelos bancos para a realização de operações de empréstimo entre si, em uma modalidade de curtíssimo prazo. Isso acontece, entre outras coisas, por força de uma regra do Banco Central.

Você irá se deparar com ele em investimentos ligados a instituições financeiras, como os famosos CDB’s. Normalmente será um porcentagem do CDI a rentabilidade. Exemplo: Um CDB que rende 120% do CDI.

4, 5 e 6 – CDB, LCI e LCA

CDB – Certificado de Depósito Bancário
LCI – Letra de Crédito Imobiliário
LCA – Letra de Crédito do Agronegócio

As três siglas, são investimentos que você poderá fazer através de uma instituição bancária que irá te remunerar com uma renda fixa.

As particularidades é que a LCI e LCA, são títulos com o objetivo que o capital gerado seja utilizado para gerar crédito no setor Imobiliário e do Agronegócio, dessa forma gerando isenção de Imposto de Renda.

7 – FGC

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) é a instituição responsável por ressarcir os investidores se um banco emissor de títulos privados (ex.: LCI, LCA, CDB e poupança) quebrar ou der calote.

A garantia oferecida pelo FGC é, atualmente, limitada ao valor de R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira.

Com isso, ao fazer um investimento em Renda Fixa, verifique se o mesmo está coberto pelo FGC, essa é a segurança que você pode ter.